sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Family bounds


Muitos carros na rua, apartamento cheio, eu reconheço os carros, eles estavam na lista, eram para estar em outro lugar, sorte grande? Não acredito mais em sorte, não existe, apenas uma série de fatos que favorecem apenas aos mais fortes, aos mais bem preparados. Eu ia deixar isto pro final, mas não aguento mais, se tudo der certo a noite termina aqui. Estacionava, vestia um macacão preto, pegava a serra no banco de trás, apoiava ela no ombro, suspirava alisando os dentes da criança pródiga, fechava o carro, subia correndo por fora do prédio, escada de incêndio, isso seria uma puta duma festa, cada passo batia pesado sobre a escada de ferro, enquanto subia ofegante, não por cansaço mas simplesmente ansiedade, logo estaria lá diante de várias testemunhas que logo seriam apenas corpos calados entre víceras batidas, com sorte sem muito mais azar por uma noite.

Não parava, não dava tempo, coração acelerado ao se jogar pela vidraça do apartamento ligando a serra ainda no ar, o barulho do motor da ferramente movido a gasolina assustava quem estava preparado para isso, todos estavam juntos esperando o toque de sempre, o chute na porta seguido dos gritos de dor. Hoje não, vinha pela janela descendo a serra pelas costas do primeiro incauto que gritava alertando os demais, quebrando o silêncio da noite quieta colorindo a sala branca do apartamento com sangue que espirrava por todos os lados, não parava para atacar a outros, o medo era a melhor arma e tinha que usar ela bem, a serra parava fincada no chão quando cada metade da vítima caía para um lado diferente com um vazio nos olhos culpando os outros por não haverem previsto que isto poderia acontecer, haviam mais 4 deles no recinto, todos apontavam as armas, o primeiro impacto da escopeta de cano serrado o atinge bem no meio do peito, jogando-o para trás, fazendo um buraco desfiado no macacão de mecânico preto, olhava para quem o fez, escondido atrás de uma mesa, surpreso pelo fato de eu não ter caído, corria pisava na cadeira, logo em seguidasobre a mesa, descia a serra de frente, cravando ela de ponta na cabeça do pobre infeliz, descia até onde conseguia arrancando-a pela frente, pedaços de crânio voávam pelo lugar, miolos agora decoravam a velha mesa de jantar e pedaços dos mesmos estavam pendurados pelo macacão e pelos dentes da serra que girava ainda, ainda havia sangue para ser derramado.

Todos abriam fogo, estavam em choque mas não havia nada a fazer, um, dois, três tiros nas costas, o corpo nem mesmo cambaleava, as drogas que usava antes da noite evitavam a dor, os olhos vermelhos apenas viravam buscando quem seria o próximo alvo e antes mesmo do corpo bater no chão espalhando a poça pelo chão de tábua corrida outra coisa o acompanhava, na descida da mesa pisou no banco de uma cadeira, o outro pé no encosto, fazendo a cadeira tombar, um grito da serra ao ser aumentada a velocidade e outro de dor quando a mesma passava pela barriga do cidadão de pouca fé, ignorante, trazendo arma para uma briga de serra... Essa frase é estranha quando usada assim, mas para ele deveria fazer todo sentido ao ver seus orgãos caíndo no chão a sua frente e meus olhos fixos nos dele, haviam dois, um na porta do quarto outro logo ao meu lado, dois tiros, um no rosto, ao bater na máscara faíscas voam, a serra subia, mais dois tiros, nenhum ia para lugar nenhum, o braço caía segurando a arma havia sido apenas um reflexo, largava a serra no chão, agarrando o infeliz pelo pescoço, correndo com ele através da sala, arremessava-o pela janela o corpo ultrapassava a escada de incêndio e os gritos apenas cessavam quando a cabeça dele se encontrava com o chão molhado de chuva no beco escuro.

Um alvo, vinha caminhando enquanto ele recarregava, abaixando para pegar a pistola ainda presa a mão recebia um, dois, três, quatro, cinco tiros, um de raspão no pescoço, ardia...

- Por quê você não morre, quem diabos é você?

No último momento de desespero do homem eu tirava a máscara.

- Você sabe bem... Oi tio.

Coroando a cena com um tiro apenas, bem no fígado, onde sabia que sangraria até a morte, jogava a mão armada perto da janela onde havia arremessado o corpo.

- Bem, vamos agora aos detalhes.

Abria o macacão revelando o colete com as perfurações, tirando o mesmo, ficando a camisa manchada de sangue, tirava o macacão, as botas, as luvas, usava luvas cirúrgicas por baixo, escondia as digitais.

- É bem simples, eu mato criminosos, mas a polícia está atrás de mim, você é um policial corrupto, logo vou te fazer um favor, vou te transformar em um herói.

Jogava o tio sobre o chão, vestindo-o com as roupas com marcas de sangue de toda a noite, de cada uma das vítimas, por isto não havia se dado ao trabalho desta vez de não deixar provas, levaria tudo a um desfecho de uma vez, o homem já estava morto com olhos arregalados quando eu colocava a serra na mão dele.

- Agora você leva a culpa por ter matado algumas dezenas de criminosos, você morre herói, morre justo e seus filhos poderão um dia ter orgulho de você. Enquanto isso eu deixo meus bens mais queridos como tua herança, esta serra foi minha primeira arma, minha escolha, minha piece de resistance, esta máscara, foi você quem me deu, sorte usarmos o mesmo tamanho.

Injetava drogas no corpo dele para poder na hora do teste de DNA não restar dúvidas de que deveria ter sido ele a matar todos, era meu tio teria uma combinação as drogas colaborariam para identificar, perfeito, pegava as chaves do carro no bolso depois de fazer um corte profundo no braço dele para poder haver testemunhas de que ele poderia ter sido o assassino, o médico havia visto eu me cortar daquela forma, arrastava corpos de forma a encobrir as pegadas que eu deixava, descia com a chave do carro dele, abrindo, pegando as ferramentas e armas que eu usei durante toda a noite no porta-malas do carro deles, era difícil, mas a serra foi mais difícil de abandonar.

Depois de tudo feito ia até o orelhão ali perto, dizia ter visto um corpo cair da janela do quinto andar ia embora antes de a polícia chegar, pegando a estrada de volta para casa, ouvia uma música lenta, acendia um cigarro com o braço cortado pendurado para fora da janela o segurando chegava em casa perto do amanhecer, guardando o carro na garagem, subia as escadas para o apartamento sujo onde ia direto para o banho, jogava as roupas na churrasqueira na varanda jogando álcool e queimando junto de outras evidências que poderiam ser encontradas, queimava um pedaço de bife na churrasqueira para aproveitar o fogo, afinal não havia comido nada a noite toda, ligava o ventilador barulhento e emperrado no teto deitando na cama cansado, pegava no criado mudo agulha e linha, costurando o braço enquanto ainda estava sob efeito das drogas, após tudo terminado ligava a TV, estava no notíciário a notícia dos assassinatos em série de seu tio, era a mesma repórter que apresentava, ela não escondia o sorriso ao saber que muitos criminosos haviam morrido naquela noite e lamentava a morte da única pessoa que ainda parecia se importar com quem não podia se defender.

Que bom pra ela que ainda estou vivo...

O telefone toca

- Oi bebê!!

E derrepente eu desejava estar morto.

- Oi mãe...

E vocês que achavam que eu era filho de chocadeira...
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Dia começando tarde, sem erros. Sem quedas. Sem medos. Sexta, dia de cerveja, nada de interessante durante a semana tirando pelas coisas boas que já haviam acontecido antes.

A semana se vai e não sabemos o que fica dela, eu não sei o que ficou de bom da minha, sei que estou com muito café na veia, que me estressei de graça e meu all-in com um three aces perdeu para um four of kings.

"Still, i do have my Ace of Spades under my sleeve..."

Assim nós nos lembramos porque temos medo do escuro. Mas sexta a noite é um dia diferente toda semana e segunda vai ser uma merda, mas sempre haverá a semana que vêm.

Me despeço deixando nada para vocês o fim de semana, espero que cada um tenha um fim de semana ótimo e se divirta bastante.

Frase do dia: "O passado é um quebra cabeça, como um espelho quebrado. Conforme você vai montando, sua imagem vai mudando. E você muda com ela. Poderia te destruir, te deixar louco. Mas aceitá-lo pode te libertar"

Metallica - Helpless (Quase)

"Eu tenho que ver você se movendo rápido
Ver você vindo em minha direção
Ver os sonhos, torcer para que durem
Nunca desaparecer.

Tenho que ver luzes no céu
Fazer barulho esta noite
Atear fogo em tudo
Fazer tudo se acender.

Ver as luzes que piscam
Escutar o rugir do trovão
Vou te acender todas as luzes
Tenho que conseguir cara
Eu não tenho escolha
Tenho que encher este salão hoje.

Sem ajuda

Não sei o que vou fazer
Talvez não hoje
Vou aquecer todos vocês
vou tratá-los bem.

Eu poso ver as luzes piscando
Acesas diante do teu amor
Tenho que ouvir o rugir do trovão
Vindo de cima

Ver as luzes piscando
Ouvir o rugir do trovão
Não tenho escolhe
Tenho que encher o salão hoje

Sem ajuda

Consigo ver as estrelas
Mas não vejo o que acontece
Todo noite sozinho
Cantando para me divertir

Apenas o tempo vai dizer
Eu farei sozinho algum dia
Este palco é meu
Este é meu destino

Não dá para espremer a vida de mim."

Hasta,
Foda-se.

Um beijo pra vocês e pra quem fô da suas famílias.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A fork in the highway to hell


A chuva ficou as minhas costas, estava na soleira da porta quando apertava a campainha, pegava o serrote olhando fixamente no olho mágico, o som de risos lá dentro, o olho escurecia, alguém estava atrás dela, senhoras e senhores apertem os cintos e preparem-se para a decolagem. A bota batia contra a porta arrebentando o trinco jogando estilhaços de madeira para todos os lados, os risos viravam gritos ao verem saído da noite e da chuva o demônio em carne e osso, a chuva se misturava ao suor e nesta hora a adrenalina subia que eu podia ouvir meu coração bater. Então entrava o primeiro passo deixava uma pegada imunda no chão da sala passando pela porta que caiu, os olhos perscrutavam os presentes, ali, a vítima, teria que ser brutal, violento, assim os outros fugiriam, não seriam perseguidos, os olhos castanhos do homem por outro lado nem mesmo me notavam, ele olhava o chão estático, o quê poderia deixar um homem com mais medo do quê o gigante fantasiado de personagem de filme de terror.

A curiosidade me possuía naquele breve instante e a cena... Houston, preparem-se todos o avião vai cair... A visão foi como um tiro, as batidas aceleradas se tornaram um chiado estridente anunciando a parada cardíaca, quem atendera a porta era a esposa dele, com um bebê nas mãos, tinha sangue, ela estava desacordada, num movimento brusco abaixava pegando o bebê erguia ele no braço, os olhos do homem acompanhavam cada movimento o bebê estava acordado, olhos bem abertos, a mãe tinha sido atingida, ele não, respiraria aliviado se pudesse, colocava o serrote como se ameaçasse o bebê, mas na verdade a serra estava apoiada em meu braço, me rasgaria antes de arriscar machucar um inocente novamente.

- Ninguém se mexe, todos sentados, eu estou tingindo a noite de sangue e vou fazer com o de todos vocês se me provocarem...

Mais um blefe.

- Você! Pra fora!

Saía e o homem acompanhava sem pestanejar com os olhos nos dentes da serra.

- Você trouxe isto até você, eu vou deixar todos em paz e levar apenas a sua vida. Eu sou o anjo da morte e da retribuição que veio aqui hoje para te fazer pagar por teus pecados, tua medicina levou a vida de paciêntes que acreditaram em você...

Subitamente um rosnar revoltado vinha de onde eu não esperaria, o homem ousaria me enfrentar, seria ele louco ou algo assim, eu estava disposto até a não usar as ferramentas e dar uma morte limpa.

- Então ande logo com isso e termine com minha vida, mas não machuque meu filho... Senhor anjo da morte, dono da verdade e juíz que dá a sentença, mas antes de ir escute bem as minhas palavras pois elas vão te assombrar até o fim dos teus dias.

Tolo imbecil, eu poderia esmagá-lo com uma mão apenas e ele ainda ousa me desafiar... Tudo bem senhor sabe tudo, eu machuquei seu filho, dê seu melhor golpe para retribuir o favor.

- As pessoas que eu ajudei estavam morrendo, ou com risco de amputação, eu dei uma chance a elas, eu roubei orgãos sim, eu transplantei nas pessoas mas não é como os jornais dizem, eu não ganhei nada com isso... Sabe quanto tempo uma pessoa sem dinheiro fica em uma fila esperando um transplante, acha que o senhor que faleceu preferia perder suas pernas ou arriscar uma vida normal, ele pegou câncer de um transplante mal sucedido e eu NÃO ESTOU COMEMORANDO, só eu sei como está minha consciência, nem minha família sabe, eu fiz outros, eu salvei vidas, foda-se se foi ilegal, eu dei uma chance coisa que seu mundo não faz... É fácil, eu acompanho você no jornal, você enfrenta pessoas e as destroça como se fosse papel, eu vejo seu tamanho, não é difícil, mas não me assusta, me assusta você tentar machucar minha família, vai me fazer um favor em me tirar daqui assim não vou sonhar toda noite com o que pôde dar errado, eu fiz um juramento como médico de salvar vidas... Eu fiz da melhor forma que pude e eu sei pelo que disse que você está tentando fazer o mesmo, mas ser um animal não é justificado e se esconder atrás desta máscara não faz de você mais homem que ninguém...

O homem caía de joelhos fechando os olhos.

- Apenas acabe com isso e deixe minha família em paz.

Esta é a parte onde eu não faço idéia do que acabou de acontecer... É quando eu levei sim uma surra, acabo de ser humilhado em meu próprio território, acabo de ser despedaçado por palavras, sobrou pouco de mim pelo chão. Meus braços estão fracos, minha cabeça gira, meu coração congelado, engolia a seco como se o punhal tivesse atravessado meu pulmão. Erguia a mão até meu rosto, tirando a máscara, as cinzas e fuligem cobriam meu rosto com sangue e suor, era uma camuflagem bizarra, passava o braço no rosto, limpando a sujeira.

- Coloque seus braços para frente.

O homem abria os olhos surpreso, meu rosto tinha a estampa do inferno, mas as minhas lágrimas escorriam sem parar e nem a chuva disfarçava mais, caía sobre meus joelhos diante daquele homem que agora era gigante, ele era um herói, sem máscaras, sem armas, eu era apenas um escoteiro se chegasse a tanto, curvava o corpo colocando o bebê sobre os braços dele.

Nesta hora um jovem rapaz de vigor e boa índole têm a idéia do ano, acerte o homem enorme com a cadeira de madeira, a cadeira se arrebenta e meu não preparo para aquilo fazia meu corpo cambalear, ir para frente, o serrote na direção do bebê, meu corpo ficava junto ao do homem e o sangue corria livre pelo chão, ele gritou, não queria acreditar, era a segunda vez que perdia o bebê.

- Avise ao seu amigo da cadeira, que eu vou quebrar os braços dele se ele não correr agora.

O homem olhava incrédulo, o serrote tinha atravessado boa parte de meu braço e meu sangue cobria a ele e a criança que me olhava com um sorriso enorme e sem dentes, um sorriso que me desarmava enquanto tirava a arma do meu braço, o garoto corria para dentro da casa enquanto o homem gritava e gesticulava para ele sair, eu não ouvia nada, tudo parecia em câmera lenta, levantava a ferida doía, mas só havia ali um ruído, o som da gargalhada daquela criança e eu como um garoto frente a uma pessoa que se importava... A máscara voltava para o rosto, o serrote preso ao cinto, saía apertando meu ante-braço.

- Eu não sou um animal. Não somos tão diferentes. Obrigado por me lembrar disso.

A dor te conserta, te revigora, te coloca no eixo, estávamos quites agora, talvez não nos veríamos novamente, mas não importava, ele nunca me esqueceria o sangue estava ali para lembrar disso, entrava no carro saindo, ainda haviam outros alvos, nenhum deles escaparia do que viria como ele escapou, a motoserra ainda estava desligada esperando o último alvo da noite, a chuva caía devagar para Deus me lembrar que estava me olhando ainda mesmo apesar de tudo.

Ele têm formas estranhas de nos colocar de volta no caminho certo.
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Frase: "O problema de querer algo é o medo de perder ou nunca chegar a ter. A idéia te enfraquece"

Espero que quem ler isso entenda mais sobre nosso vigilante, bom dia a todos.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A light in the night or just a fear of the dark


As mãos estavam no volante, a tosse tinha diminiúdo, encostava a beira da estrada... Tirava a máscara que o sufocava, deixando a mesma no banco do carona, notava agora os pingos de chuva no parabrisa, abria a porta do carro, descendo do mesmo, acendia um cigarro, encostando na porta que se fechava, levava uma mão ao bolso erguendo o rosto para fitar a lua, ela estava vermelha esta noite, cheia como em um bizarro filme de terror, contrastando com o breu da noite que agora escondia com nuvens as estrelas derramando as lágrimas dos que já foram vingados em agradecimento, as gotas da chuva faziam o sangue, poeira e suor do meu rosto escorrerem, deixando manchar que se alguém fosse passar pela estrada e o olhasse diria que teria saído do buraco mais fundo do inferno, aqui onde apenas a força fazia diferença os fracos tinham alguém que os defendesse... Mentira, uma desculpa "ética" para o serviço que fazia, justificar, na verdade é que esse é um caminho perigoso onde talvez depois não se diferencie mocinhos e bandidos, o que fazer se os criminosos acabarem? Bah, isso não aconteceria, não nessa cidade, terminava o cigarro, entrando no carro batia a porta, dava a partida novamente retomando o caminho, a máscara permanecia deitada no banco o olhando, como se pedisse para ser colocada, era um segundo eu ali no banco do lado, esquizofrenia? Eu podia me ver com a máscara, conversando comigo, meu companheiro, amigo imaginário...

Lembro do meu pai novamente, do pulgueiro onde me instalei o que ele diria, imagina se soubesse das coisas que faço, pensar que começou cedo, nem sempre nascemos monstros, alguns são criados depois, exemplarmente fora meu caso, garoto alto, gordo, cara de nerd, cabelo grande, camisa suada debaixo do braço, revistas em quadrinhos na mochila, não tinha amigos, não tinha namorada, eu lembro como apanhava dos "colegas", mas era grande, não incomodava muito, feria mais o ego do que outras coisas, lembro de meu pai dizendo que eu tinha que procurar o que fazer... "Oi pai, achei o que fazer, eu mutilo criminosos e vendo os orgãos por dinheiro, mas não todos a maioria só mutilo mesmo". Charmoso não acham, mas ele não é a razão disso, nunca foi, nem a revolta de ler o jornal todo dia e ver nossa justiça não punir criminosos, tudo isto foi por ela, a mulher que eu nunca vi.

Eu me formei na faculdade, me formei engenheiro elétrico saí de casa, trabalhava fazendo planejamento de cabeamentos em estruturas junto com arquitetos, era até bom nisso, lia o jornal todo dia, tomava café todos os dias com as pessoas, tinha colegas de verdade, não era o gordo estranho, estava alto ainda, mas forte, não por exercícios constantes, mas por carregar cabos pesados subindo e descendo escadas durante o decorrer do dia, não tinha namorada, ainda tinha pouca conversa, ainda era o nerd apesar da aparência externa ter sido modificada apenas um acontecimento muito intenso poderia mudar como alguém é por dentro, foi assim que me bateu, eu vi no jornal, acompanhei o caso por meses, meses que viraram anos, a reporter, ela cobria uma coluna policial o qual sempre tratava de um ou outro assunto interessante, até que um dia ela colocou o caso de uma mãe cuja filha havia sido terrivelmente mutilada, a menina não morrera, mas ficara presa por dias, o caso fora a tona porque os agressores eram policiais, mas ninguém teve coragem de ir atrás deles, não pela lei, a reporter os expôs e por isto fora agredida na rua, passara dias internada, recentemente soube que ela saiu do coma, soube que alguns dos policiais tinham encontrado mortes horríveis. "Eu gostaria de saber o que as autoridades fazem que não cuidam de seus próprios membros, onde chegaremos quando não podemos chamar a polícia, quando temos que viver reféns em nossos lares pois não têm ninguém que se importe com isso"

A frase ecoava na cabeça, cada noite de caça, cada noite onde uma pessoa como aquelas cai diante de mim, agonizando, sofrendo ou rápido, de acordo com o crime eu dava minha sentença, mostrava o ódio dos pais e mães que sofreram, dos filhos, irmãs e irmãos que foram privados do carinho da pessoa amada por mais um dia. mas no fundo não era nada disso, era aquela frase, ninguém que se importe, ela me apaixonou de uma maneira que eu não consigo compreender, entrou no meu peito com a força de um coice de um puro sangue, saindo pelas minhas costas todo meu bom senso e sentido de moral, tranformando tudo numa idéia sórdida de vigilante, era uma ida sem propósito para qualquer lugar onde conseguisse ir, era um mergulho no escuro onde diversas pessoas te aplaudiriam se não fossem tão hipócritas...

A lua está cheia, a ponte ficou para trás junto dela o reflexo das minhas lembranças, o outro lado do canal, outro lado da cidade que nos leva a continuação da história que ainda está sendo escrita, da reportagem que ainda vai ser publicada... Escrita em sangue no mapa da cidade para aquele que tiver calma para olhar, felizmente, até eu ter terminado, ninguém vai entender o propósito... Quando eu acabar não saberão meu nome, onde moro, porque mato ou nada do gênero, fica apenas o sangue no chão junto de ossos, vísceras, cérebro e o que mais der pra se derrubar...

O carro parava em frente a casa de subúrbio, muro baixo, luzes acesas, ele estava em casa, talvez com familia amigos, nunca fiz isto antes, nunca deixei testemunhas, mas não faço nada com inocentes, isto é um teste, é a prova se sou um monstro ou um justiceiro, isto vai separar a causa do prazer, é a parte mais difícil, mesmo com lutas, tiros, fogo e o inferno que já tive que passar em minha missão. Descia do carro, abria a mala, escolhia as ferramentas, um alicate de corte, abraçadeiras, torniquetes, serrote. Ia saindo ao notar a máscara sobre o banco de carona... Arregalava os olhos ao notar que não era ele com as ferramentas, era eu, apressava-se em recolocar a máscara, indo rumo a porta onde tocava a campainha...

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Post apressado para sair pro almoço, fica registrado o atendimento ao pedido de razões para o serial killer, fica uma brecha de começo de história, isso continua.

Frase do dia: "É melhor viver de olhos abertos do que morrer sonhando"

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Staring throught the eyes of the dead





A noite avançava num clima como se o mundo visto pelos olhos da máscara fosse preto e branco, não havia nada em volta, apenas o som do meu coração batendo, como se sozinho dentro de um cinema mudo, podia ver cada uma das cenas passando adiante dos próprios olhos, as mãos cobertas pelas luvas de couro agarravam o volante como se o carro fosse parte do próprio corpo, as luzes nos pestes eram as divisórias, as marecações do super 8, a lua cheia brilhava como se mostrasse o caminho, era uma noite de caça e a presa era humana, se é que se podia dizer isso da lista... O primeiro alvo era simples, um atirador, deveria dormir com a arma embaixo do travisseiro, quem sabe ele seria mais rápido e desta vez a noite seria curta... Quisera ele...

Não tinha tempo, era uma noite apenas, muitos alvos, estacionava o carro sob o apartamento velho, desligava o motor, ao passar pela recepção não havia ninguém, sorte, não era discreto, não queria ser, carregava no ombro subindo as escadas do apartamento antigo o taco de baseball tirado da mala do carro, madeira pura, sólida, manchas ainda desenhando impactos passados, olhava o número, chutava a porta, rapaz sortudo, a bela moça loira com ele nem vira o que houve, era rápido, preciso, grotesco, o taco acertava a cabeça dele antes mesmo de ele saber o que aconteceu, a cabeça aberta pendia para trás agora o corpo não caia preso pelas cobertas que funcionavam como uma censura sobre o corpo do casal, ela ia gritar, minha mão forte segurava seu delicado maxilar e meus olhos fixavam-se nos dela... Vermelhos, que teria passado na cabeça dela naquele momento? Talvez as noites mal dormidas, a ressaca ou as drogas tivessemme dado mais aparência de demônio do quê o nomral, que diferença faria, eu podia vê-la congelar quando o taco batia no chão e minha outra mão a segurava no pescoço arrancando-a da cama erguendo-a no ar faltava-lhe ar aos pulmões... Professora primária, abusava de anjinhos, não estava na lista, era um brinde, um presente inesperado, ia até a janela, estrangulava e ela não podia gritar, podia vê-la buscr o ar, se debatia, seu corpo frágil não oferecia resistência alguma, era o quinto andar, ela não morreria na queda? Olhava a grade o enorme punho cerrado atingia seu estômago, ela jamais soube por quê morreu, eu sabia por quê matei, o corpo caía sem ar para um grito desesperado, as pontas da grade como lanças num fojo de um calabouço escuro, não havia ninguém para salvá-la, espinha quebrava, o corpo se partia com a queda com as pontas atravessando carne, ossos, sangue vertia pela grade, até a polícia chegar no primeiro assassinato eu estaria concluindo meu trabalho da noite... Pegava o bastão, descia apressado as escadas, no meio do caminho, caía de joelhos, tosse, falta de ar, maldição, o remédio, sabia que tinha esquecido de algo, sangue escorria por furos da máscara, manchas, mais manchas... Olhava o espelho próximo a escada ao descer, levante-se, dê a ela a prova de quê ela precisa para acreditar quem alguém ainda se importa...

Entrava no carro novamente, o primeiro havia sido muito fácil, havia ganho tempo, muito tempo, não houve enfrentamento, não houve adrenalina, ao menos não para mim, ligava o rádio, tocava do cd player In A Gadda Da Vida pelo Slayer, música do Iron Butterfly, tema de Manhunter 1969, era aquilo, uma caça aos homens, homens que não mereciam a vida, que tiravam a vida dos seus irmãos e irmãs, o sangue dos inocentes estava nas mãos deles, o dos culpados por todo meu corpo. Segundo endereço, era uma casa de vila, desligava motor, rádio, tudo, levantava novamente, abria a mala fitando as ferramentas, pegava a chave de roda, o próximo alvo, um ex militar envolvido em um incêndio que matara sua esposa e sua filha para pegar dinheiro do seguro, ele agora pagaria, vinha correndo, o pé alcançava o muro num salto, voava pela janela do quarto despertando o infeliz que era atingido no peito pela chave de rodas, o corpo dele caía na cama, costelas quebradas, ele cospia sangue, não, você não vai morrer assim, agarrava-o pelos cabelos, indo até a cozinha, o corpo espezinhava, mais uma vez os golpes evitavam os gritos, ligava o fogão, a chave de roda subia meus olhos se encontravam com os dele mostrando a ele que não haveria escapatória, quebrava os braços dele, as pancadas violentas seguidas não eram para quebrar de uma vez, eram ara quase arrancá-los a força bruta, logo que havia se certificado que ele não fugiria o colocava sobre o fogão, as bocas acesas rápidamente incendiavam seu pijama de seda caro, ele ia gritar, a chave de roda acertava o maxilar, dentes, sangue, tudo voava pelos ares, manchando as paredes com o sangue do miserável...

O cheiro de carne queimada no ar, logo haveria um incêndio, o segundo alarme da noite, mais um que despistaria bombeiros ou polícia do que realmente estava acontecendo, ia ao banheiro, tirava a máscara, via o próprio rosto manchado de sangue, revirava tudo, encontrava alguns remédios, não eram os que precisava, mas iriam servir. Por hora. Saía do lugar, o cheiro de carne queimada com pelos, músculos, tudo já ia longe, o corpo dele ainda se tremia, ainda estava vivo, mas com os ferimentos aliados ao fogo isso não iria longe, saía da caa com a fumaça saindo do exaustor da cozinha que havia ligado pouco antes de sair, a chave de roda voava no banco de trás, a máscara de hockey voltava para o rosto, ligava o carro, olhava em volta, não havia ninguém por perto...

Era apenas o começo... Ela veria na manhã seguinte e então lembraria dele. Entenderia o propósito de tudo e por fim ele existiria. Não como o homem de trás da máscara, mas como o homem apenas. A lua brilhava forte no céu entre as estrelas, abaixo dela mais um brilho pálido seria transformado em rubro pela vingança onde o sangue dos inocentes será vingado a ferro e fogo.
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Esse é o segundo episódio da saga do vigilante sem nome. Ele têm nome, ele é uma pessoa como eu ou você. Caso queira saber como isto vai continuar, amanhã têm mais.

Dia sem fazer NADA no trabalho, impressionante.

Frase do dia: "O quão longe iria para realizar um sonho? Quais caminhos faria? Estaria disposto a fazer tudo por ele? Se não soube responder nada disso, desista de sonhar. Você está derrotado antes do começo."

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Is there a hero somewhere?


Abrindo os olhos pela manhã, o sol entra pela venziana queimando os olhos que estão acostumados apenas com a noite, o corpo suado pela noite quente com apenas o ventilador emperrado para não assar de vez no quarto escuro de um hotel barato a beira de estrada. Será que meu pai tinha imaginado isto para mim quando eu era ainda um bebê no útero de minha mãe. Um suspiro corre pela garganta enchendo os pulmões com o ar fétido da vizinhança, caminhava com a calça jeans arrastando no chão molhado, mais uma goteira, olhava o teto nem ligava mais, acostumara a acordar pisando em poças, ia até a varanda coletiva saindo pela porta da frente, buscava no bolso um cigarro amassado que levava aos lábios, riscava com o fósforo de papel do motel de quinta categoria acendendo o veneno, talvez reduza minha vida, mas eu poderia morrer de mil formas, acho que não vingo o bastante para enfisema ou câncer. Sorte dos tolos que não imaginam como vão acabar um dia...

O fim do cigarro, fútil prazer de todas as manhãs ao olhar a estrada e os carros que passam de vez em nunca por lá, chovia uma garoa fina que fazia o calor da noite anterior subir num mormaço abafado que fazia o suor escorrer lentamente pelos cabelos, pela nuca, pelas costas... Voltava para dentro deixava a porta aberta para ver se amenizava o calor, abria a geladeira o cheiro de carne podre deixava o ambiente ainda mais insuportável, pegava uma cerveja, mais uma droga paleativa, abria a lata quente e bebia a longos e sedentos goles, fechava a galadeira para não espalhar mais o cheiro que nem mais o incomodava, ia ao banheiro, largando a lata sobre a pia, pegava a escova e a pasta, colocando lentamente sobre as cerdas, escovava os dentes cuidadosamente, o refrescante bucal passava depois tirando o bafo de ressaca da noite anterior e colorindo de vermelho o fundo da pia manchada.

Abria o chuveiro, a água esquentava e depois caía gelada, maldito boiler de hotel, pelo menos hoje é um dia quente, mesmo assim a água gelada caía como navalhas sobre a carne, molhando cicatrizes antigas e novas, no pequeno espelho no box olhava a barba por fazer, não se dava ao trabalho, o pequeno corte no lábio dava uma vaga lembrança da noite anterior, mas naa concreto, as drogas levam as memórias junto de muitas outras coisas... Fechava o chuveiro, passava a toalha no corpo e mesmo assim aquele cheiro permanecia, vestia a calça o par de sapatos de couro negro muito desbotado, saía nem trancava a porta, não se dava ao trabalho, as batidas de cama na parede acompanhavam os passos pesados rumo a garagem, descia a escada sob a chuva deslizando os dedos pelo corrimão, abria a garagem, fechando as próprias costas, olhava as ferramentas na parede, lama no chão, o Dodge Charger preto com manchas de ferrugem ali parado, imponente mesmo com a ação dos anos sobre ele.

Deslizava os dedos sobre o capô... Meu fiel companheiro, único que sempre está ao meu lado, abaixava próximo a rodo, apertando os cadarços do sapato, pçegava a camiseta preta sobre a mesa de ferramentas vestindo-a, saía caminhando, fechava a garagem novamente, ia até a banca de jornal, parando no bar para pegar o café com pão na chapa, vinha comendo pela rua, parando na banca, pegava os mesmos de sempre: obituários, classificados, policiais, pagava ao velho homem que sempre estava lá pelas manhãs... Voltava direto para a garagem, comia devagar terminava o café, já era quase meio dia, ainda faltava tanto para a noite cair, sentava no banco do carro, lendo o jornal, com a caneta vermelha marcando diversas coisas pelas páginas, pegava o guia rex, traçava caminhos por ele, o marca texto vermelho ainda funcionava mesmo falhando.

Terminando tudo subia, abria novamente a geladeira, pegava um macarrão que estava lá sabe Deus a quanto tempo, esquentava no microondas e comia, ligava a TV no canal de esportes, maldição, meu time perdeu de novo, já havia acostumado com a sensação, perda, parece que coisa que perdemos nos faz menos humanos, nos tira mais daquilo que sempre nos fez ser nós mesmos, o que sobra depois é algo perigoso, sombrio, que assusta a maioria, mas nós aprendemos a lidar com isto, rostos, formas, passos pela noite, passos que nos mantém acordados, vozes, sussurros de vozes conhecidas ou há muito esquecidas, a vodka, estava no sofá, abria a garrafa bebendo a longos goles que faziam um barulho familiar, outro cigarro, os dedos tremiam com cada "tic" do relógio, a agonia da espera, angústia, era como cortar a propria carne em desespero esperando o que ainda está por vir.

Os olhos fechavam com o cigarro no cinzeiro e a bebida fazendo efeito no sangue, um cochilo, não, dormira mais, os olhos se abrem na penumbra da noite, a hora certa, a lua pálida iluminava o pátio molhado pela chuva que aínda caía fazendo um reflexo, levantava indo ao banheiro lavar o rosto, olhando no espelho quebrado que refletia meu rosto como ele realmente era...

A garagem abria, ninguém ficava lá fora a esta hora, entrava no carro afobado como uma criança com a promessa de ir ao parque de diversões, dava um soco abrindo o porta luvas... Olhava o banco de trás rasgado por um acidente nas primeiras vezes, o cheiro de sangue velho agora enebriava as minhas narinas, ele havia passado despercebido pelo cheiro de terra molhada de hoje cedo, mordia o lábio, a pistola carregada ia no banco de carona, a motoserra ainda tinha pedaços de carne, ossos, sangue a desenhava como uma macabra camuflagem sob a umbra, fita adesiva, plástico, chave de roda, tudo no seu devido lugar...

Saía da garagem que se fechava sozinha, a máscara de hóquei com marcas ce cortes, pancadas, sangue, era o reflexo no espelho trincado, era meu rosto de verdade, era o monstro, era quem eu precisava ser para ser eu mesmo, a lista pronta, assassinos, estupradores, assaltantes e traficantes, todos eles para encontrar seu julgamento final o anjo da morte. Ele não era bonito, não era simpático, haviam muitos alvos, mais que o normal... Segurem-se todos nas poltronas... Esta vai ser uma noite para ficar na história...

_____________________________________________
As vozes na minha cabeça resolveram voltar a falar, é assim que elas se comunicam, a ferro e fogo expondo os pesadelos nos quais naquele minuto somos nós mesmos, o último ponto de sinceridade.

Frase do dia: "Eu não sei quanto aos anjos, mas é o medo que dá asas aos homens."

Hoje é segunda feira, não estou chateado, nada, apenas um dia estranho. Apenas uma outra história que vai continuar, imprimindo como eu me sinto em relação a muitas coisas do nosso dia a dia.

Sem mais.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Quinta-feira... Quase lá!


Bom, eu estou ocupado trabalhando de uma forma irritante, eu ODEIO imagens, odeio demais, mas enfim, todo corno têm seu dia de fudido. Dia normal de chuva forte, gente ficando bolada comigo sem motivo aparente e eu nem ligo, que se foda, num tô aqui pra agradar ninguém, tô pra fazer o meu. O café de hoje com Vodka, Canela, Expresso e Chantilly vai me fazer viver para aturar o resto do dia.

Li um livro sobre parar de fumar... Não me convenceu.

Falando em fumar, vamos aqui descrever, muita gente pergunta, ah animal, tu fuma essa porra por quê?

Não é obvio? EU GOSTO PORRA, ah tomar no cu, eu gosto, me faz bem, nicotina é droga sim e porque pessoas usam drogas? Elas se sentem bem com elas, têm gente que cheira meia, têm gente que dá a bunda, eu fumo! Qual o maldito problema, eu sou um homem bem informado, eu sei todos os males que o cigarro traz MAS EU NÃO LIGO, qual o maldito problema de vocês? Eu sei que faz mal, dá câncer, mata, deixa com mal hálito, estraga os dentes, envelhece mais rápido, dá cabelo branco, rugas... Em contra partida, ESTOU POUCO ME FODENDO!! Existem diversas maneiras de cuidar de muitos destes problemas, até a impotência, ela é causada porque cigarro causa acumulo de gordura em artérias dificultando o fluxo sanguíneo, basta você se alimentar com pouca gordura e fibras, não é desculpa, não defendo uma empresa milionária de graça, mas defendo meu ponto de vista, "Cigarro é uma marca defasada de status", EU NÃO QUERO APARECER, eu gosto, eu vou pro meu canto, com meu café e fico por 5 minutos sem nenhum FILHO DA PUTA enchendo a MERDA DO MEU SACO enquanto eu degusto calmamente da PORRA DO MEU CIGARRO, acho que as pessoas não entendem a relação do homem com seu cigarro, CARALHO, não fala do que não entende, gente que fuma consciente não fuma para aparecer, gente que sabe fumar não fuma por dependência, é uma mania, um TIC, como muita gente têm, é um prazer diferente, ah, vai me fazer viver menos, QUE SE FODA, eu gosto da minha vida num segundo, eu não penso tanto no amanhã eu me importo com o agora, eu leio, estudo, cuido do amanhã tanto quanto qualquer um, mas não dou tanta importância, eu posso ser atropelado, eu posso ser atingido por um MARTELO que cai de um andaime em obra, a vida é curta CACETE e eu gosto de viver a minha com direito a tudo que me faz feliz, não precisa fazer bem, basta fazer feliz, é uma escapada pequena de uma realidade que me irrita, é uma pausa no mundo para pensar na vida, ou não pensar em nada.

Cada um com seus vícios MELECA(Palavrão colocado de forma amena apenas para descrever que está próximo do desfecho da cena), se morrer morri e num vêm chorar não quando acontecer, das duas uma, diz: "BEM FEITO, PUTO, NUM ME ESCUTOU, SE FUDEU!" ou "TÁ AÍ UM PUTO QUE MORREU FELIZ, O QUE QUERIA FAZER FEZ", o primeiro que chorar meu Jagunço contratado vai meter bala vou logo avisando, haverão Jagunços contratados no meu enterro com a lista de quem vai sentir falta de verdade. O primeiro puto que chorar e não estiver na lista vcai no buraco junto. "A TE PA PORRA", com seus princípios e morais copiados de livros, revistas e jornais, tenha sua opinião, faça ela crescer, não repita tudo que você escuta/lê, assim aqueles que acham que você é idiota terão certeza.

O dia foi bom, o café de hoje ainda está correndo pelas minhas veias e me fazendo pensar, o sono não me alcança eu corro muito mais que ele, mesmo com fôlego de fumante. O dia está com chuva e mesmo assim eu estou sorrindo, minha cretinice e falta de bom senso é apenas um reflexo do meu eu interior que não atura BABAQUICE, se ofendi alguém... Paciência(A falta de palabrão indica o fim da crônica).

Frase do dia: "Deus, dai-me paciência... Mas se estiver em falta, dai-me uma metralhadora que resolve também"

Sem mais,
PUTA QUE PARIU!(Tá aí o poder na minha mão, ninguém manda mais que eu no recinto)
E foda-se.

PS: Como ela faz falta no meu dia, são mais de 12 horas sem falar com ela. Tendo a ficar ainda mais insuportável se ela não iluminar meu dia, mas como eu sempre digo: Um dia de cada vez.

PS²: Eu já tentei parar de fumar, para quem não entendeu a frase da imagem do Garfield diz que por razões de sanidade mental eu desisti de desistir. Eu gosto dessa budeguinha que faz fumaça.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Quarta-Feira in Hell de Janeiro (Ou não)


Então, acho que o dia de hoje vai ser esquisito, no mínimo bizarro, já está perto do fim e parece vazio contudo, não tão vazio assim, dormi tarde, tarde demais para meus padrões ultimamente, mas sabe, foda-se, foi bom pra caralho, ontem eu descobri coisas importantes na minha vida, descobri que as vezes é só um moinho de vento, não precisa ter tanto medo dele assim, descobri que é mais fácil errar o chão, basta se desprender pelas razões certas, descobri que dá pra sorrir com frequência mesmo sem ser por bobagem, descobri que posso beber a vontade por R$16,90, que eu tenho bons amigos, que servem café com scotch, descobri que as vezes basta ver um sorriso para conseguir sorrir sinceramente, descobri que beber demais nem sempre dá ressaca e acordar de bom humor só pra variar de vez em quando é bom.

Vamos as considerações passadas: Por quê todo garçom se presta a ser chamado de Zé ou Tibúcio? Por quê algumas combinações com café nos fazem pensar mais rápido e em mais coisas? Como atitudes e sofrimentos passados deixam uma pessoa tão covarde para enfrentar o futuro? Como fazem sushi certo? Por quê sempre esperamos mais e quando perdemos tudo vemos que o que queríamos estava mordendo nosso nariz? Qual o propósito de perder tempo se martirizando, pensando sobre o certo e o errado? Por quê fumar? Por quê beber? Por quê Sho'nuff perdeu, mesmo com aquele cabelo? Por quê? Por quê? Ahhh porra, alguém esperava um final bom pra isso, não, ah pa porra meu nêgo, atitude caralho, toma teu rumo, pega a porra da tua cruz e segue o cacete do teu caminho, tá com medo de quê? De dar errado? Novidade palhaço, vai dar errado, muitas vezes, vai desistir por isso seu merda? Se for, favor retire-se, este lugar é para quem têm perspectiva, ah ela é ruim, tá mas pelo menos existe, essa história de já perdi não funciona no meu barraco.

Nota: Esse sou eu em um bom dia, depois de uma noite maravilhosa que só poderia ter sido melhor se a compania estivesse do meu lado, dividindo da comida, ouvindo a mesma música, vendo os mesmos filmes, ouvindo da minha voz e eu da dela, rindo das piadas com som ecoando no quarto que parece tão vazio sem compania como todo dia, mas fui abençoado, tenho uma boa imaginação e consigo fitar isto, como uma outra realidade onde minha mente se transporta e é bom lá, o mundo todo existe, mas com ela, o mundo todo nem parece ser tão importante, viajei mesmo, eu tenho esse direito, não sei se é recíproco, não me importa se é, me faz bem e é o que importa pra mim, dormi pensando nela, acordei com a imagem daquele único sorriso que eu vejo.

Engraçado, um amigo meu disse, "Vai cara, tá com medo de quê?" podemos ser simples nesse assunto, tá bom demais, eu estou adorando, mas se eu pular e ela não quiser me acompanhar vou acabar perdendo isso, vale a pena arriscar? Bem, ela vai ler e é uma pessoa esperta, vai entender na hora que é com ela que falo, se ela num pular, tá beleza, eu só vou deixar de errar o chão, vai ser lindo, doloroso, mas para quem explodiu a própria mão nem deve ser tão bizarro assim, acho que o café com whisky afetou meu julgamento, me fez dar mais um passo, pisando sem pensar desta vez, mas me responde, qual a graça de pensar em tudo, perde a surpresa e acaba ficando tudo previsível e monótono demais.

Vai me dizer agora: "Tá xonadinho Sargento, tá fudido", babaca, eu gosto de alguém, uma pessoa que no momento me faz bem e me faz sorrir e você que é feio, burro e ninguém te quer.

Lero lero, sou mais interessante que vocêê!!

Eu tô surtando, surtando feio e sabe do que mais.

TÔ ADORANDO ISSO!!

Considerações finais: Mais um dia sem paciência para comentar o jornal, vendo pelo lado bom, não li nada de idiota nele, impressionante, por dois dias completos, então fica apenas uma frase: "Quando apostamos tudo que temos, somos nós que giramos a roleta ou ela que nos gira?"

Enquanto pensam no significado disso procurem no espelho dentro dos seus olhos quem é você, mesmo que pra isso tenha que quebrar o espelho para os cacos refletirem juntos a pessoa que você mesmo destruiu enquanto buscava tantas respostas e simplesmente esqueceu de fazer alguma coisa.

Bom fim de tarde,
Foda-se!

Homenagem a velharia: "Quem é o mestre? - Sho'nuff. Quem é o mais forte? - Sho'nuff. Quem é o mais bonito? - Sho'nuff. Isso mesmo, Sho'nuff o Shogun do Harlem"

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Caralho... Segunda.


E acontece de novo, estamos dormindo, abrimos nossos olhos, vemos o despertador, emperrou, filho de uma puta. Levantamos atrasados, tomamos banho as pressas, saímos correndo com a torrada pendurada na boca e a chave do carro na mão, encaramos engarrafamento, chegamos no trabalho.

"Dia de avaliação médica, vá para a clínica, não vamos trabalhar hoje"

Nessa hora abrimos nossos olhos para a cruel realidade: "Caralho, é segunda!" E quando menos se esperava seu dia piora, mais trânsito, fila grotesca na clínica, para ser atendido: "Você está acima do peso" EU SEI, eu faço kickboxing, eu malho pra lutar na categoria de peso acima, eu sou sarado, você faz soar como se eu fosse gordo, porra.

Saímos, a coca-cola vira coca-zero, maldito cérebro, almoço leve, yakisoba de frango, shoyo, casa, banho, rua, chego na rua, encontro amigo que vira: "Cara, tú engordou?" PORRA! Minha camisa tá apertada, eu ganhei 8 quilos em um mês mas foi tomando levedo de cerveja, nadando e malhando, caralho, que raiva. Eu não tenho barriga.

Suspensa cerveja de amanhã, traumas criados, o dano está feito, nem li a merda do jornal hoje, passei por um candidato a prefeito que estava panfletando, ele não respondeu uma pergunta que fiz quanto ao plano de governo. Esse merece votos, ele criticou muito os outros candidatos, uma desculpa para cada um, mas se ele for eleito num sabe o que faz.

Devolvi uma chave de fenda que estava comigo, não sei porquê lembrei disso hoje, mas tinha que fazer algum dia.

Enquanto a segunda se esvai e meu celular toca músicas sem muito sentido pois meus pensamentos estão alienados a minha vontade contemplando uma certa busca pelo pote de ouro. Pelo menos ela é bonita e legal, não um gnomo irlandês.

Por fim finalizo (Pleonasmo intencional) o dia de chuva (Sarcásmo) reclamando, porra de fim de semana que num fiz caralho nenhum choveu, faz Sol na MERDA da segunda-feira só porque não dava pra ir a praia.

Deus têm um senso de humor mais escroto que o meu.

Vejo vocês num dia que não seja segunda. Chega de post na porra da segunda feira, merda de dia babaca caralho (Baixaria para aumentar o ibope).

Derrepente se bastante pessoas sem noção virem isso posso me eleger a algo. Pena que eu terminei minha faculdade, se não tivesse estudado podia tentar a presidência.

PS: Não li o jornal, logo sem críticas destrutivas. Hoje. Mas caralho meu time perdeu de novo, puta que pariu.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Ainda é Sexta??



Após uma noite bizarra envolvendo eletricidade, isqueiros e isopor (???). Depois de ficar com o umbigo no fogão fazendo uma torta por razões absortas em prol de uma causa nobre, não adianta reclamar o Dia Internacional do Homem é uma causa justa, fizeram pra todo mundo eu quero o meu! Porra! Quase que me esqueço de falar palavrão, sem palavrão que seria dessa merda desse blog, as pessoas só vêm pela baixaria, baixaria dá ibope, vejam o post passado, menos comentários por menos baixaria, falando em baixaria. Ontem no jornal existiam matérias gigantescas sobre a Grazzi ser modelo, um MUST pra não dizer o contrário e outra interessantíssima sobre o filme pornô da sobrinha da Gretchen que continuará virgem, contudo. Têm uma referência de alguns centímetros sobre como as nossas escolas formam analfabetos. Pra gente ver que é mais importante saber que as coxas de uma mulher vão ficar em passarelas ou do destino do hímem da outra do quê saber como andam as coisas no nosso estado, eleições tão aí e nego vai votar no Molon porquê ele é bonitinho e n Crivela porque ele é evangélico, puta que caralho de critérios da puta que o pariu.
Ah sim, justiça de Campos arquivou processo com relação a Lei Seca, ouvi no jornal que um cara bêbado atropelou um policial e um jornalista, enfim, tanta coisa boa não é. Vou voltar a dirigir alcolizado, dai-me paciência Senhor, se me der forças eu juro que mato...
Ah sim, têm uma referência a Claudia Ohana posar na playboy, Deus por favor faça com que não seja como em 95 e dê-lhe um prestobarba. Há, posso ser processado por essa.
Ah sim, preparei tua cabeça, carnaval está voltando, tais fudido de novo, logo depois das eleições seus candidatos não farão praticamente nada até março.
Mas ainda existem coisas na nossa sociedade o qual devemos nos orgulhar:
"Na Favela do Lixão em Caxias tinha uma placa onde depois de 200 políticos fazerem seu 'Cadinho' escreveram: Nesta comunidade têm democracia! O seu voto é livre."
Nossos dignos magistrados do TRE mandaram remover a placa, lindo não. A placa era só uma faixa mostrando o que deveria haver em todo lugar ao invés destas propagandas que enfiam e sujam minha cidade maravilhosa.
Crítica a favor de nosso governador, ele chamou nossos médicos que fizeram greve sem aviso de vagabundos. Eu concordo, tá insatisfeito, procura outro emprego, tá ganhando pouco, vai pro particular, ou num é competente, tú num é doutor, num é o fodão, ah pro caralho, a greve de você num afeta ninguém que te paga quem assina tua carteira têm plano de saúde, tú tá fudendo o pobre fudido que num têm grana nem pro remédio que tu prescreve, se fuder também, isso pra mim foi a pior.
Bom, uma notícia feliz, na matéria do mundo digital do jornal extra de ontem, divulga que Gamers são mais saudáveis, comem pouco, se execitam de vez em quando e exercitam a mente com frequência, os reflexos são saudáveis e as informações que se capturam em alguns jogos podem surpreender. Crianças que lêem este blog, eu jogo desde sempre, adoro jogos eletrônicos e não sou um balofo nerd, logo, vejam só, fomos reconhecidos por estudos agora. Provaram científicamente que nós nerds temos cérebro e corpo e sabemos como cuidar deles.
Cansei de ler o jornal, falarei de mim, hoje foi um dia atípico, acordei de bom humor, normalmente acordar cedo me faz ficar mal até chegar na varanda e ver a praia, enfim, levantei cedo, pensei em sair de bike para o trabalho, mas tá um frio da porra, então entrei no buzão comendo meu Snickers, chocolate divino, chegando no trabalho cedo, comprimentando a todos, ótimo café, a torta que passei ontem cozinhando pensando em minha querida doce futura talvez quem sabe fêmea-beta, parabéns bandida, ganhou uma referência por Tenkai e a referência foi elogiando.
Acho que é o espírito do dia, está chovendo para caralho lá fora e um frio fela da puta aqui dentro, mas eu não ligo, as horas passam, a música que toca é boa, o jornal é frustrante mas me mantem a par da realidade, o fim de semana promete e não promete putarias, vou ficar com meu filho, estou feliz por finalmente ter bastante tempo para ficar com ele.
Me despeço de todos, lembrando que hoje é sexta feira e por obrigação precisamos ir aos bares. Não para afogar mágoas ou por estar chateados, algo acaba hoje, a semana, para alguns o trabalho, só volta na segunda, semana que vêm existe e mais uma oportunidade de ver o Sol nascer, mais uma oportunidade de dizer que ama para alguém especial, para criticar algo, para simplesmente acordar de manhã esfregar os olhos e gritar: Fudeu tô atrasado.
Mas o mais importante, mais uma semana para agradecermos por estar vivos e termos forças para buscar o que queremos, afinal sonhos são apenas planos o quais não traçamos como alcançar, mesmo com tudo fudido existe uma luz no fim do túnel e se é um trêm agarra nele e volta, só começar de novo. Desistir e sofrer é dar a seus adversários a vitória.
Fica a frase do dia: As armas meus amigos, pois se vemos nossos inimigos pela mira de um rifle, nós somos mais perigosos que eles.
Todos tenham uma boa tarde, um ótimo fim de semana e acima de tudo, exercitem seus cérebros, apenas por meio deles poderão encontrar uma solução útil para que sua vida não seja um lixo fenomenal que as pessoas chamam de Rotina no Dia-a-Dia.
Um grande abraço e FODA-SE!!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Mais uma Segunda-Feira


Então, como vamos nós, que mudou de fevereiro para cá, acabou o carnaval, começam as olimpíadas, mais uma vez levaremos chineladas frequentes de americanos de nariz empinado, foda-se não estou sendo pago pra isso mesmo, hoje não li jornal, devia, aliás estou ficando relapso, o que não é bom, posso virar um cidadão comum, daqueles que não liga em quem vota, se irrita com propaganda política e só escuta o Boechat pra ouvir José Simão. Enfim.

Dia dos pais:

Ótimo dia, meu primeiro como pai, me fez feliz, adorei passar a tarde com meu filho, foi bom conversar com meu pai, mesmo que tenhamos falado pouco fazia muito que não dividíamos nada juntos.

Segunda-Feira... ¬_¬''

Como se não bastasse a onda crescente de gente mocoronga desde minha ultima reclamação (Vide Mulher Melancia, Jaca, Moranguinho e outras frutas) O que cria agora neste momento o comentário de que precisaria juntar todas elas pra dar um chapéu da Carmen Miranda, falta de classe... Mas merda seja dita, são belas bundas... Digo, mulheres. TÁ, hoje excepcionalmente sem ressaca na segunda-feira o que faz ela ser mais suportável, ainda não almocei nem fumei, mas o café ajudou a acordar, minha preguiça me consome internamente e finjo estar trabalhando enquanto digito asneiras que poucas pessoas vão ler e menos ainda entender.

ENTÃO PRA QUE ME DAR AO TRABALHO!?!?

Vocês vão dizer, Tenkai, você come feno, ninguém lê essa merda, ninguém gosta de você, seus comentários são SPAM, você não é especial.

Foda-se, sou feliz comigo e eu mesmo lendo sou mais que bastante.

Frase do dia:

Eu vi Batman a alguns dias atrás e têm algo que o Coringa disse que foi perfeito.
"Olha bem pra mim, eu tenho cara de quem planeja algo? Você era um planejador e olha só o que aconteceu"

Vamos colocar isso como frase do dia: - Vive o hoje, amanhã de ressaca você pensa no que vai fazer.

Notícia do dia:

Ainda tenho paciência, mesmo depois de tudo que aconteceu (Porra nenhuma de interessante), eu ainda quero continuar o blog e agora novamente inspirado pela latrina que chamo de cérebro voltarei a escrever nesta merda com certa frequência!!

Obrigado e quem não gostou... Pegue sua cruz e siga, tenha uma boa vida.